ROLAND BARTHES
Em sua relação com ROCHA, Barthes diz que o mito é uma linguagem, uma forma de expressão, que pode ou não se apropriar da língua. Trata-se de que coisas repetidas se tornam verdades, e o natural se torna ideológico, inquestionável, o que entra em relação com a inquietação de Vestergaard quando afirma que as coias precisam ser questionadas.
O mito vive na história, visto que seu conceito de caráter ideológico manteve sua permanência. Nesse sentido trata-se de uma fala que escolhida pela história.
A mitologia faz parte da semiologia e da ideologia, onde significantes mantém seu significado e se eternizam na história de forma consolidada.
O mito precisa de significado.
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